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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Modelo de Gestão com Foco no Cliente


Depois de tantos anos aprendendo sobre gestão, incluindo aqui as experiências acadêmicas, também como funcionário público, como empregado em empresas privadas, e agora mais do que nunca como empresário e consultor empresarial, preciso dizer que o melhor modelo para administrar qualquer organização é aquele onde o cuidado que se deve ter com o negócio é baseado em dois critérios: necessidades e expectativas dos clientes.
E quando falamos de clientes, entramos em um campo bastante sério, complexo, minado. E precisamos concordar que especialmente aqui em Salvador, neste assunto muito se fala, mas pouco se faz.

Por isso que, em se tratando de clientes, considerando a gestão empresarial, o melhor modelo, o caminho mais adequado é a Gestão por Processos.

A partir de hoje estaremos embarcando em uma viagem onde a gestão se tornará um assunto um pouco mais leve, mais descontraído, despojado, sem aquela linguagem chata do “Administrês” com jargões “intraduzíveis”, que quando ouço sinto um mal-estar, uma vontade de vomitar, de rasgar o meu diploma.

Por isso é que vamos traduzir Expertise com um toque do tempero brasileiro, mais prá aqui, prá aqui “de juntinho de mim”, mais prá perto da gente, daquele jeito que Luiz Gonzaga adorava quando chegava do sudeste nas madrugadas frias do sertão, pedindo água do pote, abrindo a tramela, sentindo o cheiro do pai Januário, aquele cheiro, aquele “cheiro meu”.
Vamos falar de gestão e clientes citando a General Eletric da marcante liderança de Jack Welch, sem esquecer o “atendimento excelente” prestado por Seu Lunga de Juazeiro do Norte, este sim, a melhor referência quando o assunto é atendimento a clientes, para não dizer o contrário; um ícone do Brasil.

Também das minhas experiências de menino, lá nos idos da década de 80, quando encostava os meus braços franzinos no balcão da venda de Jessé, em Dias D’ávila, observando às sete horas da manhã a fila de “pés-inchados” para comprar fubúia. E o meu amigo Gilson Santos, filho de Jessé, os dois ignorantes que só eles, gritava dizendo - ô sequinho “desafasta” do balcão que o “bêbo” que passar.

Aliás, a venda do falecido Jessé Santos tinha o mix de produtos mais estranho que já vi. Era um portfólio que atendia a todo tipo de cliente. Até bala de revólver vendia, e vendia muito. Mas esta história eu conto depois...

Vamos trazer o Management prá dentro de casa e misturá-lo com acarajé e damurida, divulgando a minha querida e inesquecível Roraima, dos Macuxis, do Monte Caburaí, esta que ao contrário do Oiapoque como muitos pensam, forma com o Chuí os dois pontos mais extremos do Brasil.

Da minha amada Roraima e do leito caudaloso do mítico Rio Branco, onde dizem que quem toma de suas águas nunca mais sai de lá. Talvez eu tenha sido uns dos primeiros a quebrar esta lenda. Destas águas amazônidas que vez por outra, nos meus sonhos, invadem a Orla Taunaman, desembocando aqui nas praias de Costa do Sauípe. Quanta saudade de você Roroimã.

Quero tratar de Core Competencies, sem perder de vista o estudante azeitado que estuda três idiomas para atender as exigências do mercado, sem tão pouco espantar o executivo “hands on” que trabalha naquela empresa brasileira onde pouco se fala português.

Só uma notícia em primeira mão: já soube que o idioma mandarim não é mais suficiente como diferencial de competitividade. Por causa do programa de exploração do homem à marte, e dos projetos da NASA para os próximos 30 anos....bem vocês já estão até vendo! Como dizia um guru da Administração: o mundo não é dos mais fortes, e sim dos mais rápidos. Então vai a dica: antecipem-se e coloquem uma escola de idiomas intergalácticos. Vamos todos virar alienígenas!

E terminando, vamos pensar em Business como um workaholic, mas ao som contagiante da zabumba do Trio Nordestino em “chupando gelo”, da poesia indigenista de Eliakin Rufino em Roraimeira, da voz morena e brejeira, aveludada, encantada da baiana Carla Visi, da chula de Roberto Mendes e dos grooves poderosos de “Love X Love” do fantástico George Benson. Tudo isto ao mesmo tempo e agora.

E vocês que pensaram que eu fosse falar de cliente. Ah! Desencana, vai! Eu falo de cliente todo o dia. Today is no stress!

Abaixo fiz um glossário para vocês curtirem.

Um forte abraço e até a próxima!

Glossário:

Amazônidas: São todos aqueles que nascem em qualquer Estado situado na região amazônica.
Caburaí: É um Monte, o Monte Caburaí. Localizado no município de Uiramutã no Estado de Roraima tem quase 1500 metros de altitude, na fronteira entre Brasil e a Venezuela. Foi comprovado, por meio de uma expedição em 1998 como o extremo mais distante do país. Do Caburaí ao Chuí, e não do Oiapoque ao Chuí.
Core Competencies: Expressão de origem americana, também conhecida como Competências Essenciais. As competências essenciais de uma empresa são uma coleção de conhecimentos, experiências e habilidades que as tornam únicas e diferentes de todas as outras. O Core Competencies é a principal fonte para gerar inteligência competitiva no mundo dos negócios.
Chula: é uma dança e um gênero musical do Recôncavo Baiano, parte da cultura afro-brasileira.
Damurida: Comida típica do Estado de Roraima, presente nas tribos indígenas Wapixana e Macuxi, feita com peixe de água doce, macaxeira e muita pimenta.
Expertise: Traduzindo quer dizer competência, capacidade que uma pessoa tem de realizar feitos por meio de conhecimento e experiência prática.
Fubúia: Expressão nordestina. Nome dado a uma bebida alcoólica barata, vendida em comércios pequenos do interior.
Gestão por Processos: Prática administrativa que incentiva as empresas a se organizarem com o olho no cliente, baseando as suas rotinas de trabalho naquilo que o cliente quer e espera.
Grooves: Ao pé da letra quer dizer estrias, sulco ou ranhuras. No meio musical é muito usado para explicar uma linha melódica ou um traçado feito com muitas notas.
Hands on: gíria americana, muito falada no meio corporativo e quer dizer mão na massa ou pau prá toda a obra.
Macuxi: Tribo indígena do Estado de Roraima.
Mix: Mistura, muita coisa junta.
Portfólio: Coleção de serviços e/ou produtos desenvolvidos por uma pessoa ou empresa.
Roimã ou Roroimã: Nome de origem indígena. Originou o nome do Estado de Roraima. Significa “monte” “verde”. Roro (Verde), Imã (Monte).
Workaholic: Viciado em Trabalho.

Texto escrito por: Alex kunddera Colunista Achei na Sinaleira

terça-feira, 3 de maio de 2011

Carla Visi e sua Música Mestiça Brasileira

Carla Visi En*canto Mestiço é o mais novo projeto musical da cantora que nesse momento firma parcerias para se apresentar no Brasil e exterior

Nesse show, a cantora traça um panorama da diversidade rítmica brasileira explorando uma infinidade de estilos musicais nascidos e tocados no país. “Toda Música Brasileira é Mestiça e por isso extremamente bela e rica pois, beleza e riqueza encontramos justamente na diversidade. Quero valorizar essa mistura e a base afro-brasileira na condução desse projeto”, afirma.

Duas parcerias essenciais com profissionais extremamente conceituados no meio artístico, por trabalhos que são referência em qualidade, somam-se à idealização desse projeto. A direção musical do maestro Letieres Leite, criador da Orkestra Rumpilezz e que também dirigiu seu mais recente CD - Carla Visi e Eu (disponível na rede para apreciação) e a direção artística de Paulo Atto, diretor teatral e parceiro antigo da cantora na criação de shows.

Carla Visi En*canto Mestiço também traz uma formação musical inusitada em sua carreira, pois tem no palco apenas 3 músicos: Rudnei Monteiro nos violões, Márcio Dhiniz na bateria percussiva e Ayrton Zetterman no baixo acústico e fretless. Porém, a cada apresentação a banda poderá contar com a participação especial de um instrumentista convidado.

O repertório é composto por canções gravadas em discos e/ou tocadas em shows durante seus 10 anos de carreira solo. Mas os arranjos são totalmente inéditos propondo mais intimidade com o público. “Existe essa intenção na tessitura de alguns arranjos, mas, não sei se podemos dizer que o show é totalmente intimista. Às vezes trabalhamos a todo vapor, com a potência máxima dos instrumentos e músicos, então a dinâmica oferece um colorido especial a cada canção”, revela a artista.

Eterna andarilha, Carla está sempre provando da World Music, mesclando elementos universais com suas raízes e apresentando esse resultado pelo mundo afora. Versátil, utiliza diversas possibilidades de comunicação em sua conexão com o público: canto, poesia, jornalismo, o engajamento político-social nas questões ambientais e agora essa bela pesquisa cultural sobre a MMB – Música Mestiça Brasileira.
  
Breve Biografia

Carla sempre passeou por todos os gêneros da Música Brasileira e o fez com maestria. Interpretou famosos compositores e privilegiou também os da “nova safra” de cada época.

Relembrando parte de sua biografia podemos citar as passagens pelas bandas Companhia Clic, Cheiro de amor (ambas lideradas por ela durante cinco anos) e o projeto EME XXI - ao lado de Márcia Short e Cátia Guima.

A discografia é bastante generosa na diversidade de ritmos explorados pela artista: axé, forró, baladas, rock, samba e muitas participações em projetos especiais. Ao todo são 13 discos, com destaque para os solos: Carla Visita Gilberto Gil – Só chamei porque te amoPor todo Canto, que ganhou dimensões internacionais e rendeu turnês pelo Japão, Europa e Estados Unidos.

Carla Visi sempre diz que o melhor lugar do mundo é o palco e assim ela vai levando o seu canto pelo Brasil e pelo mundo. Recentemente participou da primeira edição do Brazilian Day London (Inglaterra), Lavage de La Madeleine (França),  24º Art Expo Philadelphia (EUA) e Festival Latinoamericando de Milano (Itália).


Vem Din Din - SESI Rio Vermelho




Bastidores En*canto Mestiço:




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domingo, 1 de maio de 2011

Carla Visi “vai sacudir e abalar” o Brazilian Day Portugal

Após participar da primeira edição europeia do Brazilian Day, realizada na cidade de Londres em Agosto de 2009, chega agora a confirmação de que a cantora Carla Visi, irá actuar também na estreia do evento em Portugal, que acontecerá no dia 15 de Maio no Passeio Marítimo de Algés.

A morena que é considerada uma das rainhas do axé, começou a sua carreira a frente da banda Cheiro de Amor e deu voz a vários sucessos, entre eles “Vai sacudir, vai abalar”.
A artista irá apresentar um concerto com o melhor do pop, axé e MPB. No repertório estarão incluídos temas das bandas Cheiro de Amor, O Rappa, Natiruts e de Ivete Sangalo, Jorge Benjor, entre outros.
“Encontrar brasileiros pelo mundo, cantar e compartilhar esse amor pela cultura brasileira é sempre um privilégio”, afirma Carla Visi sobre a sua participação no Brazilian Day.

O Brazilian Day Portugal tem entrada livre.


Parceiros : TV Globo Internacional, Câmara Municipal de Oeiras, Embratur, TAP Portugal, Banco do Brasil, Embaixada do Brasil em Lisboa, ONG Preserve Amazónia, Influência Directa, Mercados Brasil Tropical, Mister Friend.

Carla Visi
Carla Visi começou a sua carreira tocando em bares e em 1990 recebeu o convite para substituir Daniela Mercury na Companhia Clic, banda baiana de grande repercussão na época. Em 1991 gravou seu primeiro disco “Companhia Clic III” e em 1993 o segundo “Cia Clic”, pela Polygram.

Convidada a assumir os vocais da Banda Cheiro de Amor, em 1995, Carla começa definitivamente a sua vitoriosa carreira com a gravação do primeiro CD “É demais meu rei” em 1996. Já no ano seguinte, 1997, com “Cheiro de amor ao vivo” atinge a marca de 1 milhão e 500 mil cópias. “Me chama” é o trabalho de 98 e fechando o ciclo de sucessos na banda Cheiro gravou outro disco ao vivo, “Cheiro de festa” em 1999.
A segurança, a força e a afinação da voz de Carla levou-a a experimentar novas possibilidades em parcerias, como quando gravou com Martinho da Vila o belo samba “Amor não é brinquedo” no CD “Casa de Samba 3”, além de outras coletâneas.

Em 2001, um novo convite. Desta vez, Carla Visi empresta a voz para uma releitura e homenagem a Gilberto Gil, num projeto da gravadora Universal/MZA, “Carla Visita Gilberto Gil – Só chamei porque te amo”.
“Por todo canto”, trabalho onde Carla Visi experimenta a multiplicidade da música brasileira, foi lançado em 2004 e levou a artista aos palcos internacionais, incluindo turnês pelo Japão, Europa e Estados Unidos. Actualmente a artista está firmando parcerias para gravar um CD/DVD do show “En*canto Mestiço”, um projecto de música brasileira mestiça, que pretende dar a conhecer também em Portugal.

Sobre o Brazilian Day
Depois de passar por Nova Iorque, Miami, Toronto, Tóquio e Londres, é chegada a hora de Portugal receber pela primeira vez o BRAZILIAN DAY, o maior evento de música brasileira do mundo.

Produzido pela Brazilian Music Productions, empresa com comprovada experiência na organização de eventos no Brasil e na Europa, e realizado pela TV Globo Internacional, oBRAZILIAN DAY PORTUGAL irá decorrer no dia 15 de Maio de 2011, das 14 horas à meia-noite, no Passeio Marítimo de Algés (Oeiras).

Este evento de entrada gratuita que pretende reunir 80.000 pessoas, tem como principal objectivo integrar a comunidade brasileira residente em Portugal (estimada em cerca de 300 mil pessoas), com a portuguesa, africana e a latino-americana e promover o turismo do Brasil, através de manifestações artísticas populares, como música, dança, capoeira, comidas e bebidas típicas.

A atracção principal desta festa será Daniel, ídolo sertanejo que já vendeu cerca de 12, 6 milhões de discos ao longo dos seus 27 anos de carreira e que pela primeira vez fará um concerto na Europa. Do cartaz ainda fazem parte Ricky Vallen, cantor pop ganhador do Grammy Latino de Artista Revelação, e vários outros artistas brasileiros e africanos (cartaz a ser fechado).

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